terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Balanço de janeiro: de publicações na imprensa a eventos de HQs

 O mês de janeiro esteve longe de ser monótono para o artista Jimmy Rus. O ano teve início com a publicação da crônica “Tapera”, na Antologia Subsolo 2026, já no primeiro dia de janeiro. Atuando também como cartunista, Jimmy manteve produção contínua ao longo de todo o mês, com publicações no Diário de Uberlândia — todas as quintas-feiras — e em suas redes sociais, onde divulgou charges e tiras de humor das séries Los IntelectuaisCall Boy e Venenosa & Cia.

O artista também participou de atividades promovidas pela ALU – Academia de Letras de Uberlândia, que deu início à sua programação de 2026.

Jimmy e Gabriela

O encerramento do mês ficou por conta do Udia HQ – Mostra de Quadrinhos de Uberlândia, realizada entre os dias 29 e 31 de janeiro, em comemoração ao Dia do Quadrinho Nacional (30 de janeiro). A data, que homenageia a produção de histórias em quadrinhos brasileiras e busca a valorização dessa linguagem artística e de seus criadores, vem ganhando cada vez mais visibilidade, superando um histórico de desvalorização e preconceito, e consolidando seu espaço entre as manifestações culturais de Uberlândia, por meio de exposições, palestras, oficinas e feira de produtos relacionados ao universo dos Quadrinhos.

João Agreli e Jimmy

Dentro dessa perspectiva, ações formativas como as oficinas de HQs cumprem papel fundamental na formação e renovação de público e no incentivo à leitura. Durante o evento, Jimmy Rus e Gabriela Ferreira ministraram uma oficina de histórias em quadrinhos na Biblioteca do bairro Roosevelt. Realizada das 9h às 11h, a atividade reuniu 18 crianças e adolescentes, que tiveram contato prático com técnicas básicas da linguagem dos quadrinhos.

Jimmy e Max Andrade

Um dos momentos mais representativos do poder de união do Udia HQ 2026 pôde ser observado na feira de encerramento, realizada em 30 de janeiro de 2026, que reuniu Jimmy Rus (Revistas O.Q de Quadrinhos), João Agreli (Bio HQ), Rosemario (Meia Cura), Getulio (Enxurrada) e o quadrinista Max Andrade, nome consolidado da produção de quadrinhos em Uberlândia.

A presença de Jimmy e de outros artistas evidencia que o evento vem se consolidando como um espaço efetivo de convergência entre diferentes perfis de quadrinistas em atuação na cena local, reunindo agentes que atuam em frentes complementares da cadeia produtiva dos quadrinhos, fortalecendo a produção local e contribuindo de forma contínua para a consolidação da cena de HQs na cidade.

Jimmy segue atuante no mês de fevereiro e sua produção artística pode ser vista e acompanhada no Diário de Uberlândia.

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