terça-feira, 3 de março de 2026

Cartunista do Triângulo Mineiro é selecionado em edital nacional da ARTIGO 19 Brasil sobre a Amazônia

O cartunista e quadrinista Jimmy Rus (Evânio B. Costa), de Uberlândia (MG), é um dos 19 artistas selecionados no edital nacional “Arte, Amazônia e seus Povos – A Amazônia é agora! A Amazônia somos nós!”, promovido pela ARTIGO 19 Brasil, organização internacional de direitos humanos reconhecida por sua atuação em defesa da liberdade de expressão e da democracia. 

A chamada reuniu artistas de diferentes regiões do país com obras voltadas a temas como sustentabilidade, povos originários, biodiversidade e crise climática, em diálogo direto com os debates que ganharam centralidade no Brasil com a realização da COP 30 em 2025. 

Ao todo, 19 artistas foram selecionados nas linguagens de ilustração, charge, cartum e fotografia. Jimmy integra a seleção com a charge “Marco Temporal”, obra que propõe uma reflexão crítica sobre os conflitos envolvendo questões indígenas no Brasil contemporâneo e as disputas jurídicas e políticas em torno da tese do Marco Temporal. 

A pergunta lançada pela charge é direta: quem são, afinal, os verdadeiros “donos” das terras brasileiras? Ao abordar um dos temas mais sensíveis do debate contemporâneo, a obra reafirma o papel do humor gráfico como linguagem capaz de provocar reflexão pública em contextos de alta tensão política e social. 

Todas as obras selecionadas serão exibidas em exposição virtual e compartilhadas nas redes da ARTIGO 19 Brasil e parceiros sob licença Creative Commons, garantindo ampla circulação. 

Jimmy é o único artista do Triângulo Mineiro entre os selecionados. O resultado do edital foi divulgado em fevereiro de 2026.

 A seleção faz com que a arte produzida em Uberlândia dialogue diretamente com temas que mobilizam o país e a comunidade internacional. 

Para o artista, a premiação representa reconhecimento individual, amadurecimento artístico e valorização da produção autoral realizada fora dos grandes centros culturais: 

“É significativo ver o trabalho com o humor gráfico alcançar reconhecimento nacional. As histórias em quadrinhos têm potência para ampliar vozes e provocar reflexão sobre temas urgentes como a Amazônia e os direitos dos povos indígenas, e minha arte está a este serviço.” 

Atuando há mais de duas décadas como autor de histórias em quadrinhos e humor gráfico, Jimmy Rus desenvolve trabalhos marcados pela crítica social e política. 

A seleção em um edital nacional de direitos humanos insere sua produção no circuito brasileiro de debates contemporâneos sobre democracia, território e sustentabilidade. 

Mais informações:https://artigo19.org/2026/02/16/resultado-edital-arte-amazonia-e-seus-povos/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Dengue - Tira de humor

 

Publicada hoje no Diário de Uberlândia, a tira Los Intelectuais retoma um tema que insiste em voltar ao cotidiano brasileiro: a dengue. Los e Nina entram novamente no combate ao mosquito.

 É a segunda vez que a dupla encara o assunto em 2026 — sinal de que certos inimigos são mais persistentes do que deveriam. Quem acompanha a tira sabe que o “Fúúú!” de Nina raramente é apenas heroico: há sempre mais travessura do que altruísmo.

No universo de Los Intelectuais, o perigo, assim como a dengue, pode vir tanto de fora quanto de dentro de casa. Fica a pergunta: o que seria de Los sem o dragão que o atormenta — e, ao mesmo tempo, o mantém vivo?


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O pequeno Trump

 


Exercer o ofício de cartunista é algo próximo ao papel de um xamã nas cavernas pré-históricas: alguém encarregado de interpretar os sinais invisíveis do mundo e devolvê-los à comunidade sob a forma de imagens.

É a partir dessa perspectiva que produzimos dentro da tira Los Intelectuais a série Estranhos Contos da Corte, onde a sátira funciona como instrumento de leitura política. Na tira “Venezuela Livre”, publicada em janeiro de 2026 em nossas redes, e que gerou certa repercussão, abordamos os interesses nada ocultos que orbitam a intervenção norte-americana na Venezuela. Indo além do que discursos oficiais noticiaram sobre defesa da democracia, combate ao narcotráfico ou segurança internacional, o que se impõe é a disputa por recursos — em especial o petróleo.

Agora em fevereiro, voltamos ao tema Trump — e esta não será a última vez -  ao produzir a tira O Pequeno Trump, onde optamos por recuar no tempo e observar a infância do personagem, como se ali já estivessem inscritos os gestos do adulto.

A tira, que foi publicada hoje no Diário de Uberlândia, não busca explicar o presente, mas sugerir que certas formas de poder nascem muito antes de chegarem ao palco da história.

O bebê antecipa o estadista. E, como toda caricatura, talvez diga menos sobre a infância de um homem e mais sobre a maturidade do mundo que o produziu, o elevou ao cargo que hoje ocupa e principalmente, o sustenta.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Respeita as Mina

 

Tira: Respeita as Mina

 A tira de hoje aborda um problema recorrente no Carnaval: o desrespeito às mulheres. Em um contexto de aumento dos casos de feminicídio e de violência de gênero, o tema não poderia passar em branco.

 Como cartunista, acredito na arte e a uso como ferramenta de reflexão e enfrentamento da violência. Por isso, publicamos hoje no Diário de Uberlândia esta tira com Mulher-Maravilha, Arlequina e nossa personagem Nina, reforçando um recado simples, porém necessário para foliões e não foliões: 

Não importa a fantasia. Não é não. Respeita as minas — no Carnaval e fora dele.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O Agente Secreto e as lições sobre Produção e Circulação

Por Jimmy Rus (Artista, produtor cultural e editor)*

O filme O Agente Secreto nos traz lições extremamente importantes — lições que muitas vezes são ignoradas ou pouco compreendidas nos setores artísticos, especialmente quando o assunto envolve fomento e produção de obras.

A produção de uma obra exige planejamento e a criação de condições concretas para que ela se torne possível. Nessa etapa, muitos produtores precisam responder à pergunta fundamental: como fazer?

As condições de trabalho — como tempo disponível, recursos financeiros e apoio institucional ou independente — impactam diretamente a produção de uma obra. Em muitos casos, o artista ou produtor recorre a leis de fomento para viabilizar essa etapa do processo.

Analisemos, por exemplo, a produção de um livro realizado por meio de leis de fomento. Uma obra literária passa por várias mãos, e não apenas pela do escritor. Dependendo do porte e da complexidade do projeto, sua produção pode envolver:

Produtor executivo

Revisor ortográfico

Ilustrador

Designer gráfico

Gráfica para impressão

Serviços contábeis

Gastos com materiais administrativos e de produção

Coquetel de lançamento

Meses de trabalho contínuo

Com a obra finalizada, surge um desafio comum a artistas de diferentes áreas: fazer a obra circular. A circulação de uma obra envolve diversos fatores, entre os quais podemos enumerar:

A existência ou não de espaços e canais de difusão (galerias, museus, ruas, editoras, mídias digitais e redes sociais)

A presença de agentes mediadores (curadores, editores, produtores culturais, críticos e imprensa)

Os diferentes formatos de apresentação e distribuição (exposições, publicações impressas, plataformas online e eventos)

O alcance do público e os modos de recepção e leitura da obra

A circulação trata, portanto, de onde, para quem e de que forma a obra chega ao público. No caso do filme O Agente Secreto, isso ficou evidente devido à grande repercussão que obteve. A partir de informações divulgadas pelo G1 e por outros canais de informação, observa-se que o projeto foi concebido considerando não apenas os custos de produção, mas também os gastos relacionados à circulação e à exibição do filme.

O orçamento total de produção foi estimado em cerca de R$ 27,1 milhões, e o filme contou com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por meio da Ancine, com um aporte de R$ 7,5 milhões da parte brasileira, além de coproduções internacionais envolvendo Alemanha, França e Holanda.

A circulação e a comercialização do filme custaram cerca de R$ 4 milhões, dos quais o Fundo contribuiu com uma parte, enquanto aproximadamente R$ 3 milhões foram viabilizados por meio da Lei do Audiovisual, que permite a pessoas físicas e jurídicas destinarem parte do Imposto de Renda a obras audiovisuais selecionadas pela Ancine, por meio de patrocínio, recebendo em troca até 6% de isenção fiscal.

Ao analisar esses dados de O Agente Secreto, chegamos à conclusão de que o projeto — e não apenas o filme em si — foi concebido de forma completa, e não como uma etapa isolada, resultando em uma película a ser engavetada e esquecida.

A lição que fica para cada produtor cultural ou artista é clara: produzir é necessário, mas circular é essencial. As condições físicas e materiais para que a obra chegue ao público precisam ser pensadas e planejadas desde a fase inicial do projeto. Esse planejamento é responsabilidade do artista ou do produtor cultural e, mais do que uma questão de coerência, implica responsabilidade com o dinheiro público.


* Texto originalmente publicado como reflexão sobre produção e circulação cultural.


 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Uma vaca no oeste - Call Boy

 

Tira de humor: Uma vaca no oeste - Call Boy

Mas será possível? Nosso heroico Call ao procurar leite na cidade para levar em sua viagem e não encontrar bolou uma solução inusitada  que quase enlouqueceu o xerife: Sim, ele comprou uma vaca!

Call Boy é uma tira de humor criada e desenvolvida por nos, que após alguns anos mantendo o personagem na gaveta a publicamos pela primeira vez em 2019 no jornal Diário de Uberlândia.

O personagem que estava novamente na gaveta voltou a ativa, agora com uma nova vertente, sendo publicado ao menos uma vez por mês nas páginas do Diário. Hoje foi um desses dia. Segue abaixo um plint da página. 

Pagina publicada no Diário de Uberlândia

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

A Revista O.Q de Quadrinhos nº 12 precisa de você!




Há mais de 15 anos incentivando sonhos e abrindo espaço para novos artistas, a O.Q de Quadrinhos segue fortalecendo a produção independente de HQs.
Apoie essa iniciativa, faça parte dessa história e ajude a tornar a próxima edição realidade.

👉 Contribua agora pelo Catarse:

https://www.catarse.me/revista_o_q_de_quadrinhos_n_12_859c?ref=project_link

 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Balanço de janeiro: de publicações na imprensa a eventos de HQs

 O mês de janeiro esteve longe de ser monótono para o artista Jimmy Rus. O ano teve início com a publicação da crônica “Tapera”, na Antologia Subsolo 2026, já no primeiro dia de janeiro. Atuando também como cartunista, Jimmy manteve produção contínua ao longo de todo o mês, com publicações no Diário de Uberlândia — todas as quintas-feiras — e em suas redes sociais, onde divulgou charges e tiras de humor das séries Los IntelectuaisCall Boy e Venenosa & Cia.

O artista também participou de atividades promovidas pela ALU – Academia de Letras de Uberlândia, que deu início à sua programação de 2026.

Jimmy e Gabriela

O encerramento do mês ficou por conta do Udia HQ – Mostra de Quadrinhos de Uberlândia, realizada entre os dias 29 e 31 de janeiro, em comemoração ao Dia do Quadrinho Nacional (30 de janeiro). A data, que homenageia a produção de histórias em quadrinhos brasileiras e busca a valorização dessa linguagem artística e de seus criadores, vem ganhando cada vez mais visibilidade, superando um histórico de desvalorização e preconceito, e consolidando seu espaço entre as manifestações culturais de Uberlândia, por meio de exposições, palestras, oficinas e feira de produtos relacionados ao universo dos Quadrinhos.

João Agreli e Jimmy

Dentro dessa perspectiva, ações formativas como as oficinas de HQs cumprem papel fundamental na formação e renovação de público e no incentivo à leitura. Durante o evento, Jimmy Rus e Gabriela Ferreira ministraram uma oficina de histórias em quadrinhos na Biblioteca do bairro Roosevelt. Realizada das 9h às 11h, a atividade reuniu 18 crianças e adolescentes, que tiveram contato prático com técnicas básicas da linguagem dos quadrinhos.

Jimmy e Max Andrade

Um dos momentos mais representativos do poder de união do Udia HQ 2026 pôde ser observado na feira de encerramento, realizada em 30 de janeiro de 2026, que reuniu Jimmy Rus (Revistas O.Q de Quadrinhos), João Agreli (Bio HQ), Rosemario (Meia Cura), Getulio (Enxurrada) e o quadrinista Max Andrade, nome consolidado da produção de quadrinhos em Uberlândia.

A presença de Jimmy e de outros artistas evidencia que o evento vem se consolidando como um espaço efetivo de convergência entre diferentes perfis de quadrinistas em atuação na cena local, reunindo agentes que atuam em frentes complementares da cadeia produtiva dos quadrinhos, fortalecendo a produção local e contribuindo de forma contínua para a consolidação da cena de HQs na cidade.

Jimmy segue atuante no mês de fevereiro e sua produção artística pode ser vista e acompanhada no Diário de Uberlândia.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

No Dia Nacional das HQs, informação também entra em cena

 No Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, a informação entra em cena nesta tira de humor, publicada ontem (29/01/2026) no Diário de Uberlândia e que hoje, 30 de janeiro de 2026, trazemos em nosso blog.

Não se trata apenas de comemorar o Dia Quadrinho Nacional, mas de apresentar outras vertentes da produção de HQs, que não se limitam ao entretenimento. Vale frisar que a data, celebrada em 30 de janeiro, foi definida em homenagem a Angelo Agostini, artista pioneiro que utilizou seu traço e seu humor para retratar criticamente a sociedade de sua época.

Tentando seguir os passos do mestre, esta não é a primeira — e não será a última — vez em que abordamos a dengue. Como a doença se torna, ano após ano, um caso recorrente de alerta em saúde pública, retornamos em 2026 ao tema, utilizando as HQs como aliadas da informação e da prevenção. Isso porque já está mais do que comprovado que pequenas ações cotidianas fazem a diferença no combate à dengue, algo que nossos personagens Los e Nina apresentam nesta tira.

Informação também é prevenção.

E você, já fez sua lista de prioridades para o começo do ano?



segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

COMUNICADO OFICIAL – Revista esgotada - Edição nº 01 se despede das prateleiras e entra para a história do projeto

 


O O.Q Studiun informa, com um misto de orgulho e saudade, que os exemplares da Revista O.Q de Quadrinhos nº 01 estão oficialmente esgotados.

Lançada em 2009, com tiragem de 1.000 exemplares, a edição nº 01 nos acompanhou até 2026 e marcou o nascimento de um projeto que, ao longo dos anos, se consolidou como espaço de incentivo à produção independente de Histórias em Quadrinhos na cidade de Uberlândia e contribuiu na formação de novos artistas. A capa histórica da revista é assinada pelo artista Rainer Petter, tornando esta edição ainda mais simbólica para a trajetória do O.Q de Quadrinhos.

Atualmente, resta apenas uma quantidade mínima de exemplares, mantida pelo O.Q Studiun como reserva técnica, destinada exclusivamente a projetos institucionais e ações culturais. Desses, 10 exemplares foram destinados à campanha do Catarse da Revista O.Q de Quadrinhos nº 12, como forma de celebrar e conectar diferentes momentos da história da publicação. Segue link da campanha:

https://www.catarse.me/revista_o_q_de_quadrinhos_n_12_859c?ref=project_link

Em razão do esgotamento, informamos que a Revista O.Q de Quadrinhos nº 01 não estará mais presente em feiras, eventos ou ações de venda, passando a integrar definitivamente nosso acervo histórico.

Além da edição 01, outra se aproxima de esgotar: a Revista O.Q de Quadrinhos nº 08 (2022), cuja capa é assinada por Jimmy Rus. Os demais números da Revista O.Q de Quadrinhos seguem sendo comercializados normalmente, tanto em feiras e eventos quanto por meio dos canais oficiais do O.Q Studiun.

Agradecemos a todos que, desde 2009, fizeram parte dessa caminhada. Cada exemplar que encontrou um leitor ajudou a construir a história que seguimos escrevendo até hoje.

O.Q Studiun by Jimmy Rus
Incentivando sonhos e produzindo HQs.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Reta final para o Udia HQ 2026

 Estamos chegando à reta final para o Udia HQ 2026, que ocorrerá entre os dias 29 e 31 de janeiro de 2026, e nosso editor Jimmy Rus esteve presente em mais uma reunião da comissão organizadora do evento (ver foto abaixo)


Representando o Setorial de Artes Visuais e Histórias em Quadrinhos, que desde a primeira edição do evento articula e participa ativamente das ações, a reunião ocorreu nesta sexta, 23/01/2026, na sala de reuniões do Centro Cultural de Uberlândia/MG.

O Udia HQ entra no seu quarto ano, se consolidando como um importante momento de troca e encontro entre quadrinistas da cidade  e mantém em sua programação oficinas que atuam diretamente na formação de público para a 9ª Arte, além de exposições, palestras e apresentações audiovisuais. O encerramento ocorre em grande estilo no dia 31 de janeiro, com a realização da feira, voltada para a produção independente de HQs.

Fique atento: a programação completa do evento pode ser acessada em @udiahq, no Instagram.

2026 já deu o que tinha de dar.

 


2026 já deu o que tinha de dar.

A frase parece estranha, principalmente se considerarmos que acabamos de ultrapassar a primeira quinzena de janeiro, mas nosso personagem Los já está farto do ano.

Será que Nina conseguirá trazê-lo à razão? Dê seu palpite.

Tira publicada em 22/01/2026 no Diário de Uberlândia (versão digital e impressa).

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Às vésperas do Dia Nacional das HQs, oficina marca o início do Udia HQ 2026

Oficina de HQs com Jimmy Rus e Gabriela Ferreira

Venha descobrir quem somos e se inscreva na Oficina de HQs que será realizada na manhã do dia 29/01/2026, no bairro Roosevelt. A atividade abre as ações do Udia HQ 2026 e acontecerá das 9h às 11h, na biblioteca do bairro, um dia antes do Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos.


Gabriela Ferreira (Gabsy)

Antes, conheça um pouco sobre Gabriela Ferreira e Jimmy Rus, os artistas que ministrarão esta oficina voltada para crianças e adolescentes (adultos também podem participar), dentro da programação do evento. Jimmy atua no Udia HQ desde a primeira edição, sendo um dos cofundadores do evento, ao lado do Setorial de Artes Visuais e HQs e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Uberlândia. Gabriela, por sua vez, participa pela primeira vez como artista ministrando oficinas no evento.

A parceria entre os artistas já existe há algum tempo, pois Gabriela vem participando das edições da Revista O.Q de Quadrinhos dos últimos anos. Atualmente, ambos têm realizado atividades em conjunto, o que não inviabiliza suas produções individuais. Enquanto Gabriela produz a tira Terapia de Fantasma, Jimmy produz a tira de humor Los Intelectuais.

Jimmy Rus

Portanto, experiência é o que não falta, e ambos irão compartilhar um pouco do que sabem nesta oficina, que vai ao encontro do trabalho de formação de público desenvolvido por Jimmy Rus. A atividade no Udia HQ também marca o retorno das ações formativas de Jimmy em 2026, com a realização de outras oficinas ao longo do ano.

Mas corram, pois as vagas estão se esgotando.

Inscrição pelo link:

O Udia HQ 2026 contará, além das oficinas, com mostras, palestras e exposições, encerrando-se com uma feira no dia 31/01/2026, no Centro Cultural de Uberlândia, que reunirá diversos quadrinistas independentes locais.

Acesse a página @udiahq no Instagram e confira a programação completa.