terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O Agente Secreto e as lições sobre Produção e Circulação

Por Jimmy Rus (Artista, produtor cultural e editor)*

O filme O Agente Secreto nos traz lições extremamente importantes — lições que muitas vezes são ignoradas ou pouco compreendidas nos setores artísticos, especialmente quando o assunto envolve fomento e produção de obras.

A produção de uma obra exige planejamento e a criação de condições concretas para que ela se torne possível. Nessa etapa, muitos produtores precisam responder à pergunta fundamental: como fazer?

As condições de trabalho — como tempo disponível, recursos financeiros e apoio institucional ou independente — impactam diretamente a produção de uma obra. Em muitos casos, o artista ou produtor recorre a leis de fomento para viabilizar essa etapa do processo.

Analisemos, por exemplo, a produção de um livro realizado por meio de leis de fomento. Uma obra literária passa por várias mãos, e não apenas pela do escritor. Dependendo do porte e da complexidade do projeto, sua produção pode envolver:

Produtor executivo

Revisor ortográfico

Ilustrador

Designer gráfico

Gráfica para impressão

Serviços contábeis

Gastos com materiais administrativos e de produção

Coquetel de lançamento

Meses de trabalho contínuo

Com a obra finalizada, surge um desafio comum a artistas de diferentes áreas: fazer a obra circular. A circulação de uma obra envolve diversos fatores, entre os quais podemos enumerar:

A existência ou não de espaços e canais de difusão (galerias, museus, ruas, editoras, mídias digitais e redes sociais)

A presença de agentes mediadores (curadores, editores, produtores culturais, críticos e imprensa)

Os diferentes formatos de apresentação e distribuição (exposições, publicações impressas, plataformas online e eventos)

O alcance do público e os modos de recepção e leitura da obra

A circulação trata, portanto, de onde, para quem e de que forma a obra chega ao público. No caso do filme O Agente Secreto, isso ficou evidente devido à grande repercussão que obteve. A partir de informações divulgadas pelo G1 e por outros canais de informação, observa-se que o projeto foi concebido considerando não apenas os custos de produção, mas também os gastos relacionados à circulação e à exibição do filme.

O orçamento total de produção foi estimado em cerca de R$ 27,1 milhões, e o filme contou com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por meio da Ancine, com um aporte de R$ 7,5 milhões da parte brasileira, além de coproduções internacionais envolvendo Alemanha, França e Holanda.

A circulação e a comercialização do filme custaram cerca de R$ 4 milhões, dos quais o Fundo contribuiu com uma parte, enquanto aproximadamente R$ 3 milhões foram viabilizados por meio da Lei do Audiovisual, que permite a pessoas físicas e jurídicas destinarem parte do Imposto de Renda a obras audiovisuais selecionadas pela Ancine, por meio de patrocínio, recebendo em troca até 6% de isenção fiscal.

Ao analisar esses dados de O Agente Secreto, chegamos à conclusão de que o projeto — e não apenas o filme em si — foi concebido de forma completa, e não como uma etapa isolada, resultando em uma película a ser engavetada e esquecida.

A lição que fica para cada produtor cultural ou artista é clara: produzir é necessário, mas circular é essencial. As condições físicas e materiais para que a obra chegue ao público precisam ser pensadas e planejadas desde a fase inicial do projeto. Esse planejamento é responsabilidade do artista ou do produtor cultural e, mais do que uma questão de coerência, implica responsabilidade com o dinheiro público.


* Texto originalmente publicado como reflexão sobre produção e circulação cultural.


 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Uma vaca no oeste - Call Boy

 

Tira de humor: Uma vaca no oeste - Call Boy

Mas será possível? Nosso heroico Call ao procurar leite na cidade para levar em sua viagem e não encontrar bolou uma solução inusitada  que quase enlouqueceu o xerife: Sim, ele comprou uma vaca!

Call Boy é uma tira de humor criada e desenvolvida por nos, que após alguns anos mantendo o personagem na gaveta a publicamos pela primeira vez em 2019 no jornal Diário de Uberlândia.

O personagem que estava novamente na gaveta voltou a ativa, agora com uma nova vertente, sendo publicado ao menos uma vez por mês nas páginas do Diário. Hoje foi um desses dia. Segue abaixo um plint da página. 

Pagina publicada no Diário de Uberlândia

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

A Revista O.Q de Quadrinhos nº 12 precisa de você!




Há mais de 15 anos incentivando sonhos e abrindo espaço para novos artistas, a O.Q de Quadrinhos segue fortalecendo a produção independente de HQs.
Apoie essa iniciativa, faça parte dessa história e ajude a tornar a próxima edição realidade.

👉 Contribua agora pelo Catarse:

https://www.catarse.me/revista_o_q_de_quadrinhos_n_12_859c?ref=project_link

 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Balanço de janeiro: de publicações na imprensa a eventos de HQs

 O mês de janeiro esteve longe de ser monótono para o artista Jimmy Rus. O ano teve início com a publicação da crônica “Tapera”, na Antologia Subsolo 2026, já no primeiro dia de janeiro. Atuando também como cartunista, Jimmy manteve produção contínua ao longo de todo o mês, com publicações no Diário de Uberlândia — todas as quintas-feiras — e em suas redes sociais, onde divulgou charges e tiras de humor das séries Los IntelectuaisCall Boy e Venenosa & Cia.

O artista também participou de atividades promovidas pela ALU – Academia de Letras de Uberlândia, que deu início à sua programação de 2026.

Jimmy e Gabriela

O encerramento do mês ficou por conta do Udia HQ – Mostra de Quadrinhos de Uberlândia, realizada entre os dias 29 e 31 de janeiro, em comemoração ao Dia do Quadrinho Nacional (30 de janeiro). A data, que homenageia a produção de histórias em quadrinhos brasileiras e busca a valorização dessa linguagem artística e de seus criadores, vem ganhando cada vez mais visibilidade, superando um histórico de desvalorização e preconceito, e consolidando seu espaço entre as manifestações culturais de Uberlândia, por meio de exposições, palestras, oficinas e feira de produtos relacionados ao universo dos Quadrinhos.

João Agreli e Jimmy

Dentro dessa perspectiva, ações formativas como as oficinas de HQs cumprem papel fundamental na formação e renovação de público e no incentivo à leitura. Durante o evento, Jimmy Rus e Gabriela Ferreira ministraram uma oficina de histórias em quadrinhos na Biblioteca do bairro Roosevelt. Realizada das 9h às 11h, a atividade reuniu 18 crianças e adolescentes, que tiveram contato prático com técnicas básicas da linguagem dos quadrinhos.

Jimmy e Max Andrade

Um dos momentos mais representativos do poder de união do Udia HQ 2026 pôde ser observado na feira de encerramento, realizada em 30 de janeiro de 2026, que reuniu Jimmy Rus (Revistas O.Q de Quadrinhos), João Agreli (Bio HQ), Rosemario (Meia Cura), Getulio (Enxurrada) e o quadrinista Max Andrade, nome consolidado da produção de quadrinhos em Uberlândia.

A presença de Jimmy e de outros artistas evidencia que o evento vem se consolidando como um espaço efetivo de convergência entre diferentes perfis de quadrinistas em atuação na cena local, reunindo agentes que atuam em frentes complementares da cadeia produtiva dos quadrinhos, fortalecendo a produção local e contribuindo de forma contínua para a consolidação da cena de HQs na cidade.

Jimmy segue atuante no mês de fevereiro e sua produção artística pode ser vista e acompanhada no Diário de Uberlândia.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

No Dia Nacional das HQs, informação também entra em cena

 No Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, a informação entra em cena nesta tira de humor, publicada ontem (29/01/2026) no Diário de Uberlândia e que hoje, 30 de janeiro de 2026, trazemos em nosso blog.

Não se trata apenas de comemorar o Dia Quadrinho Nacional, mas de apresentar outras vertentes da produção de HQs, que não se limitam ao entretenimento. Vale frisar que a data, celebrada em 30 de janeiro, foi definida em homenagem a Angelo Agostini, artista pioneiro que utilizou seu traço e seu humor para retratar criticamente a sociedade de sua época.

Tentando seguir os passos do mestre, esta não é a primeira — e não será a última — vez em que abordamos a dengue. Como a doença se torna, ano após ano, um caso recorrente de alerta em saúde pública, retornamos em 2026 ao tema, utilizando as HQs como aliadas da informação e da prevenção. Isso porque já está mais do que comprovado que pequenas ações cotidianas fazem a diferença no combate à dengue, algo que nossos personagens Los e Nina apresentam nesta tira.

Informação também é prevenção.

E você, já fez sua lista de prioridades para o começo do ano?



segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

COMUNICADO OFICIAL – Revista esgotada - Edição nº 01 se despede das prateleiras e entra para a história do projeto

 


O O.Q Studiun informa, com um misto de orgulho e saudade, que os exemplares da Revista O.Q de Quadrinhos nº 01 estão oficialmente esgotados.

Lançada em 2009, com tiragem de 1.000 exemplares, a edição nº 01 nos acompanhou até 2026 e marcou o nascimento de um projeto que, ao longo dos anos, se consolidou como espaço de incentivo à produção independente de Histórias em Quadrinhos na cidade de Uberlândia e contribuiu na formação de novos artistas. A capa histórica da revista é assinada pelo artista Rainer Petter, tornando esta edição ainda mais simbólica para a trajetória do O.Q de Quadrinhos.

Atualmente, resta apenas uma quantidade mínima de exemplares, mantida pelo O.Q Studiun como reserva técnica, destinada exclusivamente a projetos institucionais e ações culturais. Desses, 10 exemplares foram destinados à campanha do Catarse da Revista O.Q de Quadrinhos nº 12, como forma de celebrar e conectar diferentes momentos da história da publicação. Segue link da campanha:

https://www.catarse.me/revista_o_q_de_quadrinhos_n_12_859c?ref=project_link

Em razão do esgotamento, informamos que a Revista O.Q de Quadrinhos nº 01 não estará mais presente em feiras, eventos ou ações de venda, passando a integrar definitivamente nosso acervo histórico.

Além da edição 01, outra se aproxima de esgotar: a Revista O.Q de Quadrinhos nº 08 (2022), cuja capa é assinada por Jimmy Rus. Os demais números da Revista O.Q de Quadrinhos seguem sendo comercializados normalmente, tanto em feiras e eventos quanto por meio dos canais oficiais do O.Q Studiun.

Agradecemos a todos que, desde 2009, fizeram parte dessa caminhada. Cada exemplar que encontrou um leitor ajudou a construir a história que seguimos escrevendo até hoje.

O.Q Studiun by Jimmy Rus
Incentivando sonhos e produzindo HQs.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Reta final para o Udia HQ 2026

 Estamos chegando à reta final para o Udia HQ 2026, que ocorrerá entre os dias 29 e 31 de janeiro de 2026, e nosso editor Jimmy Rus esteve presente em mais uma reunião da comissão organizadora do evento (ver foto abaixo)


Representando o Setorial de Artes Visuais e Histórias em Quadrinhos, que desde a primeira edição do evento articula e participa ativamente das ações, a reunião ocorreu nesta sexta, 23/01/2026, na sala de reuniões do Centro Cultural de Uberlândia/MG.

O Udia HQ entra no seu quarto ano, se consolidando como um importante momento de troca e encontro entre quadrinistas da cidade  e mantém em sua programação oficinas que atuam diretamente na formação de público para a 9ª Arte, além de exposições, palestras e apresentações audiovisuais. O encerramento ocorre em grande estilo no dia 31 de janeiro, com a realização da feira, voltada para a produção independente de HQs.

Fique atento: a programação completa do evento pode ser acessada em @udiahq, no Instagram.

2026 já deu o que tinha de dar.

 


2026 já deu o que tinha de dar.

A frase parece estranha, principalmente se considerarmos que acabamos de ultrapassar a primeira quinzena de janeiro, mas nosso personagem Los já está farto do ano.

Será que Nina conseguirá trazê-lo à razão? Dê seu palpite.

Tira publicada em 22/01/2026 no Diário de Uberlândia (versão digital e impressa).

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Às vésperas do Dia Nacional das HQs, oficina marca o início do Udia HQ 2026

Oficina de HQs com Jimmy Rus e Gabriela Ferreira

Venha descobrir quem somos e se inscreva na Oficina de HQs que será realizada na manhã do dia 29/01/2026, no bairro Roosevelt. A atividade abre as ações do Udia HQ 2026 e acontecerá das 9h às 11h, na biblioteca do bairro, um dia antes do Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos.


Gabriela Ferreira (Gabsy)

Antes, conheça um pouco sobre Gabriela Ferreira e Jimmy Rus, os artistas que ministrarão esta oficina voltada para crianças e adolescentes (adultos também podem participar), dentro da programação do evento. Jimmy atua no Udia HQ desde a primeira edição, sendo um dos cofundadores do evento, ao lado do Setorial de Artes Visuais e HQs e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Uberlândia. Gabriela, por sua vez, participa pela primeira vez como artista ministrando oficinas no evento.

A parceria entre os artistas já existe há algum tempo, pois Gabriela vem participando das edições da Revista O.Q de Quadrinhos dos últimos anos. Atualmente, ambos têm realizado atividades em conjunto, o que não inviabiliza suas produções individuais. Enquanto Gabriela produz a tira Terapia de Fantasma, Jimmy produz a tira de humor Los Intelectuais.

Jimmy Rus

Portanto, experiência é o que não falta, e ambos irão compartilhar um pouco do que sabem nesta oficina, que vai ao encontro do trabalho de formação de público desenvolvido por Jimmy Rus. A atividade no Udia HQ também marca o retorno das ações formativas de Jimmy em 2026, com a realização de outras oficinas ao longo do ano.

Mas corram, pois as vagas estão se esgotando.

Inscrição pelo link:

O Udia HQ 2026 contará, além das oficinas, com mostras, palestras e exposições, encerrando-se com uma feira no dia 31/01/2026, no Centro Cultural de Uberlândia, que reunirá diversos quadrinistas independentes locais.

Acesse a página @udiahq no Instagram e confira a programação completa.


domingo, 18 de janeiro de 2026

O Agente Secreto e a desinformação sobre a Lei Rouanet

  O Agente Secreto e a desinformação sobre a Lei Rouanet

Por Jimmy Rus (Evânio B. Costa)


O filme O Agente secreto tem muito a nos ensinar sobre Leis de fomento a cultura no Brasil. O filme, para desespero de alguns que vivem da disseminação de desinformação, não foi produzido via Lei Rouanet.

A Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) é um mecanismo de incentivo fiscal criado no Brasil no ano de 1991 que permite que empresas e pessoas físicas invistam em projetos culturais aprovados pelo governo, recebendo abatimento no Imposto de Renda devido, funcionando com renúncia fiscal do governo, incentivando a cultura através de patrocínios. 

Nesta lei, deferente do que muitos pensam, não e o governo quem seleciona os projetos patrocinados. Como a base do programa e a renúncia fiscal, o governo deixa a cargo das empresas escolherem a quem patrocinar, e esse talvez seja o calcanhar de Aquiles da Lei Rouanet.

O governo federal, recebe os projetos, analisa e autoriza a captação. Com essa autorização, cabe ao proponente buscar o patrocinador (empresa) que aderiu a renúncia fiscal para lhe patrocinar e fica a critério desta, escolher qual projeto apoiar ou não apoiar.

Quem se beneficia desse processo?  Artistas, produtores e instituições culturais (como proponentes); Público em geral, que tem acesso a mais eventos e produções culturais; a  Economia, gerando retorno financeiro em diversas atividades econômicas direta ou indiretamente ligadas a produção e fornecimento de insumos e mão de obra para a produção dos projetos Culturais.

Mas voltemos ao Agente Secreto. Segundo a Ancine por meio de reportagens do Bem Paraná e UOL, o orçamento total de “O Agente Secreto” foi de cerca de R$ 27 milhões, dos quais R$ 7,5 milhões vieram do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e o restante foi financiado por investimentos privados e coproduções internacionais (França, Alemanha e Holanda). A produção não contou com financiamento pela Lei Rouanet.

O FSA é um fundo público de investimento direto, gerido no âmbito do audiovisual, e não faz parte da Lei Rouanet. Enquanto essa última segue o fluxo Incentivo fiscal/ Renúncia/ Escolha do patrocinador privado o FSA funciona como um fundo de investimento publico direto, via editais e chamadas públicas.

Fica assim desvendado o orçamento nada secreto que gerou o filme.

Fonte:

https://www.em.com.br/cultura/2026/01/7331179-saiba-se-o-agente-secreto-teve-recurso-da-lei-rouanet.html?utm_source=chatgpt.co acessado em 18/01/2026

https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/01/12/entenda-a-lei-rouanet-que-voltou-ao-debate-nas-redes-apos-vitoria-de-o-agente-secreto-no-globo-de-ouro.ghtml acessado em 18/01/2026

BRASIL. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 24 dez. 1991. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8313cons.htm.  Acesso em: 18 jan. 2026.


Venenosa&Cia - O Desafio - Parte 04

O Desafio - Parte 04

Se você aprecia humor ácido, crítica afiada e personagens cheios de personalidade, vale a leitura. Acesse a página Venenosa&cia e confira a Tira de Humor, produzida por Jimmy Rus, com roteiro de Biorider Jr.

O tema central da tira, que surgiu entre 2022/23, gira em torno dos personagens Venenosa e Boicorá, duas falsas corais cujas “línguas venenosas” funcionam como metáfora para o humor ácido, o sarcasmo e a ironia presentes nas narrativas. As protagonistas contracenam com outros personagens — todos serpentes presentes no Cerrado brasileiro.

Por meio dessa abordagem, o projeto articula arte e ciência, utilizando o humor gráfico como ferramenta de comunicação e conscientização, com foco na preservação da espécie e na desmistificação de percepções equivocadas sobre esses animais.

Siga a página e acompanhe também aqui a nova série chamada O Desafio — uma história que dialoga diretamente com os dilemas do nosso tempo e as interações em redes sociais.

Roteiro: Biorider Jr
Arte: Jimmy Rus
Produção: O.Q Studiun e Herpeto Cerrado
Página Instagram: @Venenosa&cia

Página Instagram: @Venenosa&cia


 

sábado, 17 de janeiro de 2026

ALU 2026 – Encontros que fortalecem ideias

 


Reunimo-nos não apenas para cumprir um rito institucional, mas para celebrar a força viva da literatura, da cultura e do pensamento que nos une.

Foi com esse espírito que, no dia 15 de janeiro de 2026, demos um passo importante na construção do que acreditamos: encontros que fortalecem ideias, aproximam pessoas e transformam projetos em caminhos possíveis. Nesta data, no Pirâmide Boulevard, ocorreu o primeiro encontro do ano entre a diretoria e os novos acadêmicos da Academia de Letras de Uberlândia – ALU.


Ainda que de caráter informal — já que a posse oficial acontecerá no mês de fevereiro —, o encontro foi marcado pelo acolhimento e pela troca genuína, onde trajetórias distintas se cruzaram em torno de objetivos comuns. Entre os presentes, estiveram membros da diretoria da ALU e os novos acadêmicos, entre eles Jimmy Rus , que atualmente integra a vice-presidência da instituição.

Cada novo acadêmico chega somando repertório, visão e energia — elementos essenciais para manter viva a dinâmica de crescimento que buscamos.

Seguimos acreditando que é no encontro que as ideias ganham corpo. E este foi apenas o primeiro de muitos.

Um viva a Literatura e a Academia de Letras de Uberlândia.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Oficina de HQs com Jimmy Rus e Gabriela Ferreira no Udia HQ 2026

 Essa uma das oportunidade para aprender ou aprimorar suas habilidades, criando sua própria história em quadrinhos, com Jimmy Rus e Gabriela Ferreira.
A oficina faz parte da programação do Udia HQ 2026, uma parceria entre Setorial de Artes Visuais e Histórias em Quadrinhos e a Secretaria municipal de Cultura e Turismo de Uberlândia e tem como objetivo comemorar o dia Nacional das História em Quadrinhos (30 de janeiro).

📆 29/01/2026 (quinta-feira)
⏰ 9h às 11h00 
📌 Biblioteca do Bairro Roosevelt (Av. Cesário Crosara, 2624)

A partir de 9 anos | Inscrição pelo link: 

Atividade gratuita | Vagas limitadas!* 

*A inscrição será confirmada a partir de contato informado no ato da inscrição.

Vem fazer história.