É com imensa alegria que informo que eu, Jimmy Rus (Evânio B. Costa) — artista multicultural, escritor, cartunista, editor e educador — participei, no dia 28 de agosto, da programação da IV Bienal Regional do Livro e das Artes de Quirinópolis – 2026, realizada em Quirinópolis (GO).
O evento reuniu escritores, artistas, educadores e agentes da cultura em uma programação voltada à literatura, às artes e à valorização do conhecimento.
Convidado como conferencista para um bate-papo com alunos da rede de ensino e com o público geral de Quirinópolis, minha participação, que a princípio aconteceria apenas no período da manhã, foi ampliada para a tarde.
Mas essa não foi a surpresa principal. Ao chegarmos ao Cine Teatro Maria Auxiliadora, fomos recebidos por um banner enorme com nossa fotografia, ao lado de outros escritores (segue foto abaixo).
No período da tarde, repetimos a participação como conferencistas e subimos novamente ao palco, ao lado das escritoras Sandra Salles e Carol Santos, além de Fernanda Batista Viana, liderança do Black Book Udi, para abordar, de forma diversa, o tema: “O poder da leitura, da escrita e do conhecimento: gerando transformações.” A mesa teve Lionizia Goya como mediadora.
Além dos momentos de fala e interação com o público, tivemos espaço como expositor, apresentando parte do O.Q Comic Universe, com as edições da Revista O.Q. de Quadrinhos, do nº 02 ao nº 11, e Venenosa & Cia – A Festa.
Também apresentamos as antologias Contos de Natal 3, com o conto O Natal no Farol, e Memórias Afetivas, com o conto O Suicida, ambas publicadas pela Valleti Books. Também levamos Grande Otelo em Contos e HQs, da Editora Subsolo, publicação em que adaptamos para a linguagem dos quadrinhos um dos dez contos presentes na obra.
Mais do que isso, foi uma oportunidade de refletir sobre como a leitura tem o poder de gerar transformações ao formar leitores críticos — não apenas de livros, mas também de pessoas, ambientes e situações.
A participação na programação do dia 28 permitiu inserir, no debate da IV Bienal, os temas quadrinhos, produção independente, edição e literatura contemporânea. A experiência mostra como a literatura pode se manifestar por diferentes meios e como as narrativas gráficas e os projetos editoriais independentes podem fazer parte dos esforços em prol da arte e da literatura.
A presença na Bienal representou ainda uma oportunidade de conexão e troca de experiências com escritores, artistas, estudantes e leitores, fortalecendo o diálogo entre a produção cultural e o público e contribuindo para a diversidade de vozes e formatos presentes no evento.
Além disso, foi mais uma atividade em que estive ao lado do coletivo Black Book Udi, do qual sou integrante, representando a produção literária e de quadrinhos de Uberlândia em um importante evento cultural da cidade de Quirinópolis, em Goiás.
Não experimentamos a “Chica Doida”, prato famoso da cidade, mas certamente haverá outras oportunidades e outros retornos para que esse momento aconteça.
Link com matéria sobre o evento:






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