domingo, 18 de janeiro de 2026

O Agente Secreto e a desinformação sobre a Lei Rouanet

  O Agente Secreto e a desinformação sobre a Lei Rouanet

Por Jimmy Rus (Evânio B. Costa)


O filme O Agente secreto tem muito a nos ensinar sobre Leis de fomento a cultura no Brasil. O filme, para desespero de alguns que vivem da disseminação de desinformação, não foi produzido via Lei Rouanet.

A Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) é um mecanismo de incentivo fiscal criado no Brasil no ano de 1991 que permite que empresas e pessoas físicas invistam em projetos culturais aprovados pelo governo, recebendo abatimento no Imposto de Renda devido, funcionando com renúncia fiscal do governo, incentivando a cultura através de patrocínios. 

Nesta lei, deferente do que muitos pensam, não e o governo quem seleciona os projetos patrocinados. Como a base do programa e a renúncia fiscal, o governo deixa a cargo das empresas escolherem a quem patrocinar, e esse talvez seja o calcanhar de Aquiles da Lei Rouanet.

O governo federal, recebe os projetos, analisa e autoriza a captação. Com essa autorização, cabe ao proponente buscar o patrocinador (empresa) que aderiu a renúncia fiscal para lhe patrocinar e fica a critério desta, escolher qual projeto apoiar ou não apoiar.

Quem se beneficia desse processo?  Artistas, produtores e instituições culturais (como proponentes); Público em geral, que tem acesso a mais eventos e produções culturais; a  Economia, gerando retorno financeiro em diversas atividades econômicas direta ou indiretamente ligadas a produção e fornecimento de insumos e mão de obra para a produção dos projetos Culturais.

Mas voltemos ao Agente Secreto. Segundo a Ancine por meio de reportagens do Bem Paraná e UOL, o orçamento total de “O Agente Secreto” foi de cerca de R$ 27 milhões, dos quais R$ 7,5 milhões vieram do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e o restante foi financiado por investimentos privados e coproduções internacionais (França, Alemanha e Holanda). A produção não contou com financiamento pela Lei Rouanet.

O FSA é um fundo público de investimento direto, gerido no âmbito do audiovisual, e não faz parte da Lei Rouanet. Enquanto essa última segue o fluxo Incentivo fiscal/ Renúncia/ Escolha do patrocinador privado o FSA funciona como um fundo de investimento publico direto, via editais e chamadas públicas.

Fica assim desvendado o orçamento nada secreto que gerou o filme.

Fonte:

https://www.em.com.br/cultura/2026/01/7331179-saiba-se-o-agente-secreto-teve-recurso-da-lei-rouanet.html?utm_source=chatgpt.co acessado em 18/01/2026

https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/01/12/entenda-a-lei-rouanet-que-voltou-ao-debate-nas-redes-apos-vitoria-de-o-agente-secreto-no-globo-de-ouro.ghtml acessado em 18/01/2026

BRASIL. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 24 dez. 1991. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8313cons.htm.  Acesso em: 18 jan. 2026.


Venenosa&Cia - O Desafio - Parte 04

O Desafio - Parte 04

Se você aprecia humor ácido, crítica afiada e personagens cheios de personalidade, vale a leitura. Acesse a página Venenosa&cia e confira a Tira de Humor, produzida por Jimmy Rus, com roteiro de Biorider Jr.

O tema central da tira, que surgiu entre 2022/23, gira em torno dos personagens Venenosa e Boicorá, duas falsas corais cujas “línguas venenosas” funcionam como metáfora para o humor ácido, o sarcasmo e a ironia presentes nas narrativas. As protagonistas contracenam com outros personagens — todos serpentes presentes no Cerrado brasileiro.

Por meio dessa abordagem, o projeto articula arte e ciência, utilizando o humor gráfico como ferramenta de comunicação e conscientização, com foco na preservação da espécie e na desmistificação de percepções equivocadas sobre esses animais.

Siga a página e acompanhe também aqui a nova série chamada O Desafio — uma história que dialoga diretamente com os dilemas do nosso tempo e as interações em redes sociais.

Roteiro: Biorider Jr
Arte: Jimmy Rus
Produção: O.Q Studiun e Herpeto Cerrado
Página Instagram: @Venenosa&cia

Página Instagram: @Venenosa&cia


 

sábado, 17 de janeiro de 2026

ALU 2026 – Encontros que fortalecem ideias

 


Reunimo-nos não apenas para cumprir um rito institucional, mas para celebrar a força viva da literatura, da cultura e do pensamento que nos une.

Foi com esse espírito que, no dia 15 de janeiro de 2026, demos um passo importante na construção do que acreditamos: encontros que fortalecem ideias, aproximam pessoas e transformam projetos em caminhos possíveis. Nesta data, no Pirâmide Boulevard, ocorreu o primeiro encontro do ano entre a diretoria e os novos acadêmicos da Academia de Letras de Uberlândia – ALU.


Ainda que de caráter informal — já que a posse oficial acontecerá no mês de fevereiro —, o encontro foi marcado pelo acolhimento e pela troca genuína, onde trajetórias distintas se cruzaram em torno de objetivos comuns. Entre os presentes, estiveram membros da diretoria da ALU e os novos acadêmicos, entre eles Jimmy Rus , que atualmente integra a vice-presidência da instituição.

Cada novo acadêmico chega somando repertório, visão e energia — elementos essenciais para manter viva a dinâmica de crescimento que buscamos.

Seguimos acreditando que é no encontro que as ideias ganham corpo. E este foi apenas o primeiro de muitos.

Um viva a Literatura e a Academia de Letras de Uberlândia.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Oficina de HQs com Jimmy Rus e Gabriela Ferreira no Udia HQ 2026

 Essa uma das oportunidade para aprender ou aprimorar suas habilidades, criando sua própria história em quadrinhos, com Jimmy Rus e Gabriela Ferreira.
A oficina faz parte da programação do Udia HQ 2026, uma parceria entre Setorial de Artes Visuais e Histórias em Quadrinhos e a Secretaria municipal de Cultura e Turismo de Uberlândia e tem como objetivo comemorar o dia Nacional das História em Quadrinhos (30 de janeiro).

📆 29/01/2026 (quinta-feira)
⏰ 9h às 11h00 
📌 Biblioteca do Bairro Roosevelt (Av. Cesário Crosara, 2624)

A partir de 9 anos | Inscrição pelo link: 

Atividade gratuita | Vagas limitadas!* 

*A inscrição será confirmada a partir de contato informado no ato da inscrição.

Vem fazer história.


 

Queijo no Oeste?

Esta semana voltamos com a tira de humor Call Boy, dando sequência à série retomada em 2025. A história se passa em um “Oeste do impossível”, que se afasta deliberadamente da ideia de faroeste clássico, marcado por códigos rígidos, estereótipos e arquétipos já cristalizados.

Nesse universo, só o improvável faz sentido — como um cowboy que só bebe leite e um duelo decidido no par ou ímpar.

Acompanhe os dilemas de nosso herói Call e do Xerife em suas aventuras.

A tira está sendo publicada em nossas redes e no Diário de Uberlândia, intercalada com a produção da tira de humor Los Intelectuais.

Acompanhe nossas redes e aventure-se por esse universo improvável.


sábado, 10 de janeiro de 2026

Udia HQ 2026 - Mostra de Quadrinhos de Uberlândia - 29 a 31 de janeiro de 2026

 


Udia HQ 2026 - Mostra de Quadrinhos de Uberlândia -  29 a 31 de janeiro de 2026


MARQUE NA AGENDA!
Vem aí o UDIA HQ 2026 – Mostra de Quadrinhos de Uberlândia.

O evento que surgiu de uma iniciativa entre sociedade civil, setorial de Artes Visuais e HQS e  Secretaria Municipal de Cultura, chega ao seu 4º ano e trás:

* oficinas
* palestra
* exposições com obras de quadrinistas locais
* mostra audiovisual
* feira com a presença de quadrinistas independente e seus vários produtos ligados ao universo das Histórias em Quadrinhos.

A iniciativa surgiu em comemoração ao DIA NACIONAL DAS HISTÓRIAS EM  QUADRINHO  e vem se consolidando nos últimos anos como um momento de encontro de artistas e produtores de HQs da cidade de Uberlândia.

No evento nos do O.Q Studiun, marcaremos presença com nosso editor e produtor Jimmy Rus, que além de fazer parte da comissão organizadora e um dos coidealizadores do evento e nesta edição (assim como nas anteriores) representa o Setorial de Artes Visuais e Histórias em Quadrinhos. Jimmy ainda estará presente na feira com a revista O.Q de Quadrinhos e ministrará uma das oficinas.

Será um momento de encontro e trocas, onde quem produz HQ na cidade de Uberlândia tem a oportunidade de mostrar seu trabalho.

Então marque em sua agenda e aguardem. Em breve teremos mais novidades sobre a programação.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Vai dar verdão?

Tira: Uberlândia x Tombense

O jogo que ocorre em 10/01/2026 marca o inicio do campeonato mineiro e os timos Uberlândia e Tombense se enfrentam no Parque do Sabia na cidade de Uberlândia.
A tira foi publicada ontem (08/01/2026) no jornal Diário de Uberlândia, já na expectativa: Vai dar verdão? 
Como uberlandense não podemos torcer contra, então para nos vai sim. Mas a resposta real só amanhã. 
Boa sorte ao time do verdão, que a temporada seja de muitos gol!


 

domingo, 4 de janeiro de 2026

Venezuela Livre

 


Charge: Venezuela Livre 

 Publicado em 04/01/2026   

As vezes tentamos ser neutros, não nos envolver, mas há fatos que não permitem neutralidade. O ataque a soberania venezuelana e algo que não pode ser considerado um fato banal.

Analisando o discurso americano para se autoproclamar “bússola moral do mundo”, vemos que primeiro usaram o discurso de combate ao comunismo. Depois combate ao Terrorismo. Agora usam o discurso de combate ao narcotráfico. O padrão é o mesmo e com esses discursos sucessivos governos norte-americanos interferem em diferentes países (não apenas na América Latina). 

Desta vez foi Nicolas Maduro, presidente da Venezuela. E as motivações ficam evidentes horas depois no discurso de Donald Trump. O interesse americano na Venezuela não é o povo venezuelano, não é o regime democrático, mas sim o petróleo (lembrando os desavisados que a Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do planeta).

 Voltamos ao expansionismo do século XV. A diferença e que agora não se usam caravelas, e o produto não é pau brasil ou ouro, e Trump não esconde de ninguém seu interesse expansionista. Já sinalizou interesse em áreas do Canada. Efetivou o ataque a Venezuela e a próxima estrela na bandeira americana pode ser a Groelândia.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Adeus ano velho, feliz ano...

 

Adeus ano velho, feliz ano...
Por Jimmy Rus
No dia 1º de janeiro de 2026 (quinta-feira), a tira Los Intelectuais - Adeus ano velho, feliz ano... foi publicada no Diário de Uberlândia, abrindo os trabalhos de 2026.
 Abrir o ano com esse material no jornal tem um significado especial para nós, que pela primeira vez (nos corrijam se estivermos mentindo) sentimos que apresentamos um trabalho consistente e digno da passagem de ano, onde se projetam expectativas e promessas.
Essa publicação tensionar, de forma mais direta, o cenário político e social que atravessamos e o saldo que o ano de 2025 passa a 2026, um ano com uma série de desafios e eventos como Copa do Mundo de futebol masculino e as eleições presidenciais no Brasil. Mas que também, chega com corte de verba das universidades públicas e um aumento no mínimo escandaloso (no conjunto dos atos) do fundo eleitoral aprovado no apagar das luzes pelo Congresso Nacional.
Ver esse conteúdo circulando no impresso e digital do Diário de Uberlândia em uma data tão significativa e simbólica como o primeiro dia do ano reforça a importância de manter o cartum, a charge e as tiras de humor como espaço de reflexão e registro social. Sempre foi assim, para nós que optamos por atuar com a produção gráfica, virar as costas a esse legado e no mínimo não fazer jus a artistas como Ângelo Agostini, Will Eisner e Ziraldo – Pioneiro e mestres sucessivamente da 9ª arte- e cujo trabalho e trajetória muito nos inspiram.
Seguimos desenhando, observando e insistindo.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Nós estamos lá: Antologia Subsolo 2026

Antologia Subsolo 2026

 

É com grande prazer que Jimmy Rus/ Evânio B. Costa recebeu a notícia que hoje (01/01/2026), se concretiza — ainda que, neste primeiro momento, de forma virtual — com a publicação da crônica “Tapera”. Sem dar spoiler, o texto parte de um fato ocorrido em Uberlândia, em 2025, que, por sua carga emocional e afetiva, acabou dando origem à narrativa.
A crônica integra um conjunto de textos de diversos autores reunidos pela Editora Subsolo, que há oito anos lança, sempre no primeiro dia do ano, a Antologia Subsolo. Em formato e-book, a edição 2026 já está no ar e pode ser acessada gratuitamente a partir de hoje, 01/01/2026 (link para download na bio da @editorasubsolo).
Desta vez, porém, a Editora Subsolo vai além do formato digital. O mesmo material será relançado em fevereiro de 2026, em edição física, viabilizada pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia/MG, ampliando o alcance e a circulação da obra.

Serviço: Antologia Subsolo
Organização: Robisson Sete e Thiago Carvalho
Editora Subsolo

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Feliz 2026

 


A todos os nossos amigos, colaboradores, apoiadores, familiares que acompanharam nossa trajetória nesse ano que se encerra um feliz 2026.
Que o ano lhe proporcione realizações e encontros bem sucedidos.
Boas festas!

domingo, 28 de dezembro de 2025

Notas sobre 2025

 Para Jimmy Rus, o ano de 2025 foi marcado por decisões que reafirmam um compromisso com a continuidade, a circulação pública e o risco inerente ao trabalho regular. Um dos principais marcos do ano — e eixo central deste balanço — foi o retorno, em 07 de novembro de 2025, às páginas do Diário de Uberlândia, após uma ausência iniciada em 2019. O retorno se deu por meio do personagem Call Boy, que passou a se intercalar com a tira Los Intelectuais, reativando sua presença no jornal.

Outro acontecimento relevante de 2025 foi a ocupação da cadeira nº 27 da Academia de Letras de Uberlândia, cujo patrono é Ziraldo. A entrada na instituição marca um reconhecimento simbólico e institucional de uma trajetória construída majoritariamente fora dos circuitos acadêmicos tradicionais, mas sempre vinculada à circulação pública da linguagem gráfica, ao humor crítico e ao diálogo direto com o leitor.

Tira publicada em 07/11/2025

Embora distintos em natureza, esses dois movimentos — o retorno à imprensa diária e a entrada em uma instituição literária — compartilham o mesmo fundamento: a defesa da continuidade como valor artístico. Em ambos os casos, o que está em jogo não é o evento isolado, mas a sustentação de uma prática regular, pública e acumulativa, que se constrói no tempo e em contato direto com o leitor.

Publicar em jornal exige algo que muitos artistas não conseguem sustentar ao longo do tempo:

 *regularidade; 

*clareza de linguagem; 

*capacidade de dialogar com um leitor não especializado; 

*e, sobretudo, disposição para lidar com o desgaste cotidiano. 

Grande parte das práticas artísticas contemporâneas privilegia o evento em detrimento do processo, o lançamento em vez do acompanhamento, o anúncio no lugar do acúmulo. O jornal opera na lógica oposta: exige continuidade.

Trata-se de uma lógica à qual Jimmy Rus já está habituado, ao sustentar há 16 anos a produção e edição da Revista O.Q de Quadrinhos, além de sua atuação contínua na formação de público para as HQs, seja por meio dos cursos O.Q de Quadrinhos, seja pelas diversas oficinas de curta e longa duração que ministra.

Nos meses que se seguiram ao retorno ao jornal, a tira Los Intelectuais manteve um diálogo direto com o tempo presente, acionando acontecimentos locais, nacionais e internacionais como matéria-prima. Esse trabalho resultou na publicação de tiras que abordaram temas locais, como Córrego São Pedro, que reativa a memória urbana ao resgatar o nome de um curso d’água hoje canalizado sob a Avenida Rondon Pacheco. Em escala mais ampla, episódios como o caso do Banco Master ou o massacre ocorrido no Rio de Janeiro em outubro foram tratados por meio do humor crítico, estabelecendo paralelos históricos e simbólicos que tensionam padrões recorrentes do comportamento social.

Para o retorno ao Diário de Uberlândia, foi escolhida uma tira de Call Boy. O personagem já vinha passando por um processo de reativação conduzido no Instagram e no blog do artista, reforçando a articulação entre plataformas digitais e mídia impressa. As tiras de Call Boy passaram, assim, a se intercalar com Los Intelectuais, ampliando o repertório e o alcance do trabalho no jornal e estará presente em 2026 nas publicações.

Tira publicada em 25/12/2025

Mas para encerrar o ano foi escolhido  a tira Carta para Papai Noel, veiculada em 25 de dezembro no Diário de Uberlândia, na qual o planeta Terra substitui as crianças e simbolicamente escreve uma carta ao Papai Noel formulando um pedido simples e contundente: paz. Um encerramento que sintetiza o tom que Jimmy deu em suas produções no decorrer ano — crítico, atento ao presente e comprometido com a circulação pública da linguagem gráfica como forma de leitura e intervenção no mundo.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Carta a Papai Noel: quando o planeta resolve escrever

 Carta a Papai Noel: quando o planeta resolve escrever

Tira: Carta ao papai Noel

Nem sempre uma carta de Natal vem de uma criança. Às vezes, quem resolve escrever é o próprio planeta.

A tira “Carta a Papai Noel”, publicada no dia 25 de dezembro de 2025 no Diário de Uberlândia — e agora aqui no blog — surgiu a partir de uma pergunta simples: o que está em falta no mundo hoje?

Em vez de brinquedos ou promessas, o planeta faz um pedido direto, simples e urgente. Algo que deveria ser óbvio, mas que segue faltando: paz. Não apenas no Natal, mas ao longo de todos os outros 365 dias do ano.

“Carta a Papai Noel” não tenta oferecer respostas nem soluções fáceis. Ela apenas lembra que, enquanto a gente insiste em tratar a paz como um desejo sazonal e efêmero, ela continua sendo uma urgência cotidiana.

Trazer essa imagem para o blog e para as redes depois do Natal não é um atraso — é quase parte da mensagem. O Natal passa, as luzes se apagam, a rotina volta… e o mundo continua exatamente como estava. Conflitos, crises, fome, injustiças, desigualdades, intolerância. O pedido do planeta segue válido.

Se essa ideia fizer sentido para você, compartilhe. Às vezes, espalhar uma imagem também é uma forma de continuar a conversa — e de lembrar que alguns pedidos não deveriam ficar restritos ao Natal.